O Email Marketing ainda é uma estratégia eficaz em 2018?

Muitos profissionais apontam para a morte premeditada de Email Marketing devido ao crescimento das redes sociais e o consequente investimento nas empresas nestas plataformas.

No entanto, aqueles que partilham esta opinião da quebra de relevância do Email Marketing, poderão estar a esquecer-se de que a principal causa desta estratégia não funcionar ainda é a produção do email sem conteúdo relevante e que interesse aos seus clientes e destinatários.

Embora às vezes seja difícil obter informações sobre a segmentação do seu público, muitos marketeers dizem que o sucesso desta ferramenta é muitas vezes limitado pela falta de informações relevantes sobre os seus contatos.

Outra falha corporativa é o envio excessivo de emails. Segundo alguns estudos, mais de 70% dos destinatários afirmam ter cancelado as subscrições por serem demasiado bombardeados (Hubspot 2016). Desta forma, é importante reduzir o número de emails e não estar sempre a massacrar os clientes com informações irrelevantes sobre a empresa.

Não há eficiência sem uma estratégia previamente planeada. Além do conteúdo ter que ser relevante, também deve ter algumas call-to-action para motivar as pessoas a clicar onde queremos.

O Email Marketing pode ter muitas vantagens. Quando utilizado corretamente, pode alavancar vendas, gerar novos clientes e ajudar até na sua retenção, algo que nas redes sociais necessita primeiro de ser trabalhado para fazer as pessoas envolverem-se com a marca e se tornarem clientes.

Através do email marketing, pode optar por várias estratégias de comunicação:

  • Comercial: estas estratégias são consideradas as mais tradicionais e destinam-se a aumentar o comportamento impulsivo, ao anunciar promoções ou um novo produto.
  • Lealdade: para manter clientes, este tipo de campanhas tem como objetivo promover o relacionamento destes com a empresa, para gerar mais vendas.
  • Informativo: estas campanhas destinam-se principalmente a informar os clientes, por exemplo, sobre eventos futuros ou para obter feedback sobre um determinado serviço ou produto.
  • Localização: Esta é uma estratégia usada para informar as pessoas sobre a localização da loja física, para que possam entrar e facilmente ter acesso aos seus produtos ou serviços.

Essas estratégias associadas ao conteúdo relevante podem obter bons resultados para as empresas. Ao contrário do que acontece nas redes sociais, no email marketing há uma base de assinantes que já estão interessados ​​nos assuntos enviados pelas empresas, que podem escolher abrir ou não os emails.

Nas redes sociais, o conteúdo é filtrado e não atinge todas as pessoas. O Email Marketing pode ser até 40 vezes mais eficaz do que as redes sociais, de acordo com um estudo realizado pela McKinsey & Company. O mesmo estudo também mostra que o processo de compra acontece 3 vezes mais rápido que nas redes sociais.

Estatisticamente, existem indicadores que mostram o crescente potencial de Email Marketing com base em levantamentos realizados pelo Channel Preferences Survey. Estes indicam que 91% das pessoas acedem ao seu e-mail pelo menos uma vez por dia. Além disso, também é dito que preferem receber informações comerciais por e-mail.

De acordo com o site Fourth Source, 92% dos utilizadores de internet possuem pelo menos uma conta de e-mail. Ou seja, praticamente todos têm e-mails ao contrário do que acontece com as redes sociais, onde nem todos têm uma conta, o que facilmente minimiza o alcance e a cobertura do segmento desejado.

Para contradizer o rumor que dita a morte do Email Marketing, de acordo com o Grupo The Radicati, o número de utilizadores de e-mail poderá chegar até 3 bilhões em 2020.

Estes indicadores estatísticos não deixam espaço para dúvidas sobre o potencial desta ferramenta, que deve ser incluída na estratégia digital de uma empresa, uma vez que 3 em 4 afirmam que obtêm bons resultados através da mesma (Econsultancy).

Entre as suas vantagens estão a possibilidade de se comunicar através de uma abordagem mais pessoal e personalizada e o facto de permitir e facilitar a análise de dados, o que, por sua vez, ajuda a entender se os objetivos da empresa estão de acordo com os resultados obtidos.

Esta ferramenta também permite a realização de testes A/B, ajuda-o a entender qual o tipo de e-mail que funcionará melhor, permite segmentar o seu público, aumentar a consciencialização da empresa, enviando e-mails semanalmente ou mensalmente, fazendo o destinatário ficar com a empresa na memória e permitirá ainda fazer remarketing para alcançar pessoas que, por exemplo, abandonaram o carrinho de compras do site (poderão ser lembrados por e-mail que têm produtos no carrinho).

O Email Marketing tem poucos custos associados, uma conta no Mailchimp, por exemplo, permite que enviar até 12000 emails por mês para uma lista de até 2000 contactos gratuitamente. Mesmo os planos pagos não são muito caros.

Um dos principais fatores que contribuem para o seu crescimento é a evolução dos dispositivos móveis e a sua maior utilização. Dois terços dos e-mails são abertos em smartphones ou tablets (Marketing Land 2015), 75% dos utilizadores do Gmail acessam através dos dispositivos móveis e os e-mails que respondem têm uma taxa de abertura de 40% (Clickz 2015).

Quanto às tendências para 2018,  aumenta cada vez mais o uso da geolocalização, que permite a hiper segmentação e pode alcançar, por exemplo, pessoas que estão na mesma área que a loja física. O vídeo será uma boa opção a considerar porque tem uma resposta mais positiva.

Assim, no ano de 2018, o Email Marketing está longe de morrer e traz vantagens e potencial para ser explorado pelas empresas. Com boas práticas e uma estratégia bem planejada, desenvolvida por uma agência digital que lhe dê garantias, os resultados positivos estarão à vista.

Para saber mais sobre esta e outras matérias que o ajudarão a fazer da sua empresa relevante no mundo digital não hesite e contacte-nos!

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